domingo, 18 de dezembro de 2011

Eduardo aos trinta e três

Eduardo estava sentado na praça com uma garrafa de uma bebida qualquer a chorar pela beleza de viver.
Os pássaros cantavam e ele embasbacado com tanta beleza lembra-se do primeiro amor, do primeiro beijo do frio na barriga após entregar sua cartinha à garota dos seus sonhos.
Lá parado ele vê crianças brincando, e vê a felicidade que um dia tivera mais que com a idade e o seu orgulho deixo escapar, lembra-se dos sonhos que tinha queria ser jogador de futebol, astronauta medico, escritor ou cantor.
Eduardo escreve no seu velho caderno já rasgado e manchado ele recorda do velho sonho de si torna um grande escritor.
De repente uma criança linda que mal sabia andar, acaricia o rosto de Eduardo em prantos de lágrimas com sua mão frágil, carinhosa e o conforta com um belo sorriso.
 E no seu rosto de mendigo todo sujo, ela não tem medo ou nojo lhe da um beijo e um sorriso a mãe de tal criança ao ver de longe sai correndo para tirar sua filha do possível maníaco ao chegar perto vê o mendigo Eduardo o seu amor de infância.

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