Você foi minha
menina nas noites frias, nas madrugadas de punhetas perdidas.
Tão fria e cruel tão
bela e carinhosa.
Não consegui entrar
no seu mundo desvendar teus segredos,
suas fantasias e perversões por mais sujas ou cruéis que fossem eu queria saber.
Vejo você sumindo
como a fumaça do cigarro que você fuma exageradamente para aliviar a dor de
viver.
Queria poder ter ti
amado poder quebra a pedra que a na frente do seu coração, queria ver um só
sorriso feliz não os falsos que me dava.
Quero você não sei bem nem o por que gosto da sua
dor, gosto de sofrer sonhei por noites
que você seria minha mulher a mãe da nossa filha adoradora do satã.
Por um instante eu
encontrei a minha paz interior.
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